Mondo Paura - Um Blog para Cinéfilos Extremos de Marcelo Carrard


27/09/2007


PLANET TERROR – VERSÃO DE 90 MIN PARA OS CINEMAS BRASILEIROS

 

Hoje pela manhã participei de uma Cabine de Imprensa Surpresa de PLANET TERROR aka PLANETA TERROR, em uma versão mais longa de sua concepção original que integrava o Double Feature Film GRINDHOUSE ao lado de DEATH PROOF aka À PROVA DE MORTE de Quentin Tarantino. Foi um impacto muito grande o de ver esse filme saboroso em uma tela de cinema. Um detalhe engraçado foi a notícia  de que o pessoal do laboratório que fez a cópia do filme aqui no Brasil reclamou para a distribuidora Europa Filmes de que os negativos estavam “Com defeito”, “Com falhas e arranhões...” sem comentários, quanta falta de informação desse povo. Foi a primeira exibição dessa cópia específica no Brasil e algumas legendas ainda estão sem sincronia. A estréia nacional é no dia 2 de novembro, era para ser dia 12 de outubro mas mudou hoje, certamente o pessoal da distribuidora quer divulgar o filme no Festival do Rio e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o mesmo já está rolando com o DEATH PROOF. Nessa versão para os cinemas brasileiros, com 90 min de duração, tudo começa com a maravilhosa vinheta da Grindhouse Releases anunciando um trailer que passa em seguida. MACHETE !!! Sensacional, que trailer divertido e que me remeteu aos bons tempos do início do VHS onde filmes assim povoavam as prateleiras das locadoras, muito divertido. Depois aparece novamente a vinheta da Grindhouse Releases e daí eles mostram um anúncio dizendo que o filme é proibido para menores de 18 anos. Começa Planet Terror. A deslumbrante ROSE MCGOWAN encarnando a sensual dançarina Cherry é o grande destaque do filme, segurando o carão do início ao fim do filme. No elenco ainda tem figuras muito interessantes como Bruce Willis e até o genial Mestre dos Efeitos de Maquiagem: Tom Savini. A recriação neobarroca de todos os elementos que povoaram o universo das produções de baixo orçamento de filmes de gênero dos anos 70 e 80 é primorosa. Da música ao figurino, dos cabelos aos maneirismos de linguagem, enfim, tudo é muito bem recriado e recebe uma  nova roupagem sem esquecer do experimentalismo que surge nas impressões das  falhas e arranhões no negativo, os pulos bruscos de uma cena para a outra, a genial cena de sexo que acaba “incendiando” o negativo fazendo surgir o aviso de que a cena está faltando, enfim, Rodrigues nos mostra que o experimentalismo não precisa ser hermético e nem pedante. Uma emocionada homenagem ao Cinema Marginal, de cinemas da região central com seus programas duplos e seus filmes inesquecíveis. Me lembro com carinho de meus tempos de Grinhouse versão brazuca onde algumas salas sempre programavam ou um filme de pancadaria/Kung-Fu e Horror e em seguida um filme de sacanagem. Como eram bons aqueles tempos Como foram importantes para minha formação conhecer essas obras tão marginalizadas no passado e que agora recebem a devida atenção...

Os Zumbis de Planet Terror muitas vezes parecem saídos de Dawn of the Dead de Romero ou de algum clássico de Lucio Fulci, assim como de alguma podreira maravilhosa do Bruno Mattei. A sequência do estupro, ou da tentativa de, protagonizada pelo Tarantino já entrou para a História, inacreditável, hilária, bizarra e genial. A outra protagonista feminina: a Dra Dakota, interpretada por Marley Shelton é muito interessante. A cena das seringas é ótima e seu desdobramento em uma figura típica de filmes WIP/Naziexploutation acabam criando todo um charme retrô e europeu ao filme. As referências/influências são muitas em Planet Terror. A maneira com que Rodrigues construiu seu filme é simplesmente brilhante, dosando um pouco de tudo. Na tela de cinema o filme tem um impacto muito grande, principalmente as manipulações propositais do negativo. Cherry com sua metralhadora no lugar da perna é algo simplesmente inesquecível. Nasce uma Musa Eterna !!!

PS

Amanhã embarco para o FANTASPOA em Porto Alegre. Estarei editando o Blog por lá, contando tudo que estiver rolando no Festival. Até mais crianças...

Escrito por Marcelo Carrard às 15h39
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24/09/2007


PREPAREM-SE MORTAIS: O FANTASPOA 2007 COMEÇA NESSE FINAL DE SEMANA...

Foi com imensa alegria que recebi hoje o programa do FANTASPOA 2007 – III FESTIVAL DE CINEMA FANTÁSTICO DE PORTO ALEGRE. Nessa iniciativa pioneira do CLUBE DE CINEMA DE PORTO ALEGRE, fica muito clara a importância desse evento que chega ao terceiro ano de vida com muita força. Na programação tem desde clássicos absolutos do Gênero, produções inéditas e recentes, Curtas-Metragens em Competição e novamente Cursos e Debates. Entre os cursos temos FELIPE M GUERRA analisando o trabalho de seu Mestre: BRUNO MATTEI, que será homenageado em Sessão Dupla no sábado, dia 29, o Grande Crítico de Cinema Goida falando dos filmes de Horror da Universal, o Thomaz Albornoz analisando a Obra de Mario Bava, EU, analisando a Obra de Dario Argento e o xará Marcelo Severo analisando a série de filmes clássicos do GODZILA além de promover um debate após a sessão de ROBOT MONSTER. Na sessão de ZOMBIE de LUCIO FULCI no auditório do Santander Cultural, rola um debate após a sessão onde eu, o Thomaz Albornoz e o Cristian Verardi expressaremos nossas impressões muito particulares sobre a Obra de Fulci e seus mortos-vivos. Temos uma menina na turma esse ano, sim, a luxuosa Laura Cànepa será uma das debatedoras do evento, mais precisamente do filme Sangue de Pantera. Tem muitas novidades, muitos filmes e para saber de tudo é só navegar pelo site do FANTASPOA:

www.clubedecinema.com/fantaspoa

ou

www.estudiobuteko.com.br/fantaspoa

 

BLOOD AND GUTS FOR ALL...

Escrito por Marcelo Carrard às 16h26
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MONDO PAURA 120 000 ACESSOS – Agradecimentos, alfinetadas e comentários diversos...

Nesse inicio movimentado de semana conferindo o número de acessos desse Blog constatei que passamos dos 120000 acessos !!! Quem diria? Mesmo não fazendo parte da “Tropa de Elite” da Blogosfera Cinematográfica até que estou conseguindo chegar longe. Tem alguns “Mondos” que apareceram por aí nos últimos 3 anos, mas o original é esse aqui. Até na “Tropa de Elite” apareceu um, que coisa... parece provocação. E o tal Líder da Tropa parece que está morando em São Paulo agora. Então ta, o Circo se armou de vez. Mas o que importa é o acesso dos leitores, o carinho, os elogios, a força nos momentos difíceis, isso é o que realmente vale e o que realmente permanece. Os inimigos passam... A cada um desses 120000 acessos eu agradeço de coração. Espero em breve ter condições de fazer Posts mais sofisticados quando chegar um equipamento menos precário do que eu tenho.

MUDANDO DE ASSUNTO...

Ontem, domingo, foi uma noite muito divertida. Primeiro por causa dos episódio inédito de OS SIMPSONS onde eles satirizaram o seriado 24HORAS, com os mesmos maneirismos de montagem da série original. Simplesmente hilário, sensacional. Dessa nova temporada de OS SIMPSONS além desse do 24HORAS, destaco o episódio onde o Homer virou Paparazzi, tirando sarro até da Paris Hilton e o episódio onde a Margie Simpson entrou em uma espécie de Second Life Medieval ao mesmo tempo que a Lisa começou a jogar futebol tendo o Homer como Juiz das partidas. O destaque fica na participação do jogador Ronaldo que dublou o desenho em inglês e português, além da bizarra cena onde Nossa Senhora da Aparecida cria vida e dá uma surra em jogadores que estão brigando numa partida de futebol... Depois dos SIMPSONS ontem foi ao ar o ultimo episódio da Primeira Temporada do DEXTER, o melhor seriado exibido esse ano por aqui, com certeza. Foi uma overdose de adrenalina. A cada cena era uma descoberta, um susto, até o final maravilhoso. Quantas revelações, quanta emoção, fazia tempo que eu não vibrava tanto assim com um seriado de tv, sensacional, sensacional mesmo... Mais tarde, como faço em todo domingo, vi mais um episódio do ARQUIBO MORTO que eu adoro também...

MUDANDO MAIS UMA VEZ DE ASSINTO...

Se tudo ficar pronto e o pessoas do FANTASPOA passar a programação do Festival, devo estar chegando em Porto Alegre para esse evento do qual participo como convidado desde 2005, nessa sexta pela tarde ou no sábado p4ela manhã. Assim que os amigos passarem a programação completa do FANTASPOA publicarei por aqui.

Até mais...

Escrito por Marcelo Carrard às 12h43
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23/09/2007


MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO-2007

 

A sempre amada e odiada Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa no dia 20 de outubro e os ingressos começam a ser vendidos no dia 13. Uma primeira lista geral dos filmes a serem exibidos já está disponível no Blog da Ilustrada. Abaixo segue a lista dos filmes já confirmados. Sem esquecer de que terá uma Mostra Especial dedicada ao genial cineasta chinês JIA ZHANG KE.

 

2 DIAS EM PARIS, de Julie Delpy (FRANÇA, ALEMANHA)
4 MESES, 3 SEMANAS E 2 DIAS, de Cristian Mungiu (ROMÊNIA)
A 15ª PEDRA, MANOEL DE OLIVEIRA E JOÃO BÉNARD DA COSTA EM CONVERSA FILMADA POR RITA AZEVEDO GOMES, de Rita Azevedo Gomes (PORTUGAL, BRASIL)
A DIFFERENT STORY (UN'ALTRA STORIA), de M. Battaglia, G. Donati, L. Schimmenti, A. Zulini (ITÁLIA)
A MALDIÇÃO DA FLOR DOURADA, de Zhang Yimou (CHINA)
A OUTRA MARGEM, de Luis Filipe Rocha (PORTUGAL)
A VIDA DOS OUTROS, de Florian Henckel von Donnersmarck (ALEMANHA)
ACROSS THE PLATEAU (CHUAN YUE GAO YUAN), de Zhang Zeming, Paul Liu (CHINA, AUSTRÁLIA)
ACROSS THE UNIVERSE, de Julie Taymor (EUA)
ANGEL (THE REAL LIFE OF ANGEL DEVERELL), de François Ozon (INGLATERRA, BÉLGICA, FRANÇA)
ARARAT - FOURTEEN VIEWS (ARARAT - 14 TESSARAN), de Don Askarian (HOLANDA, ALEMANHA, ARMÊNIA)
BEAUFORT (BUFOR), de Joseph Cedar (ISRAEL)
BEFORE I FORGET (AVANT QUE J'OUBLIE), de Jacques Nolot (FRANÇA)
BERLIN ROUND DANCE (BERLINER REIGEN), de Dieter Berner (ALEMANHA)
BOMB IT, de Jon Reiss (EUA)
BOXES, de Jane Birkin (FRANÇA)
BRANDO, de Mimi Freedman, Leslie Grief (EUA)
BREAKOUT, de Mike Eschmann (SUÍÇA)
CHILDHOODS (ENFANCES), de Vários (FRANÇA)
CONGORAMA, de Philippe Falardeau (CANADÁ, BÉLGICA, FRANÇA)
CONTROL, de Anton Corbjin (REINO UNIDO, EUA)
CRISTÓVÃO COLOMBO – O ENIGMA, de Manoel de Oliveira (PORTUGAL, FRANÇA)
DÉSENGAGEMENT, de Amos Gitaï (ALEMANHA, ITÁLIA, FRANÇA, ISRAEL)
DO OUTRO LADO (AUF DER ANDEREN SEITE), de Fatih Akin (ALEMANHA, TURQUIA)
DOL, de Hiner Saleem (CURDISTÃO, FRANÇA, ALEMANHA)
DRY SEASON (DARATT), de Mahamat-Saleh Haroun (FRANÇA, BÉLGICA)
EDUART, de Angeliki Antoniou (GRÉCIA, ALEMANHA)
EGG (YUMURTA), de Semih Kaplanoglu (TURQUIA, GRÉCIA)
EVERYONE'S FINE (ALLA MÅR BRA), de Rainer Hartleb (SUÉCIA)
FAY GRIM, de Hal Hartley (EUA, ALEMANHA, FRANÇA)
FLAMENCO MI VIDA, KNIVES OF THE WIND, de Peter Sempel (ALEMANHA)
FORGIVE ME (DÉLIVREZ-MOI), de Denis Chouinard (CANADÁ)
GETTING HOME (LUO YE GUI GEN), de Zhang Yang (HONG KONG, CHINA)
HEARTBEAT DETECTOR (LA QUESTION HUMAINE), de Nicolas Klotz (FRANÇA)
HOUSE OF THE SLEEPING BEAUTIES (HAUS DER SCHLAFENDEN SCHÖNEN), de Vadim Glowna (ALEMANHA)
HULA GIRLS (HULA GÂRU), de Lee Sang-il (JAPÃO)
IMPÉRIO DOS SONHOS, de David Lynch (FRANÇA, POLÔNIA, EUA)
IMPORT EXPORT, de Ulrich Seidl  (ÁUSTRIA)
IN THE CITIES (DANS LES VILLES), de Catherine Martin (CANADÁ)
IN THE SHADOW OF THE LIGHT, de Sarah Payton, Chris Teerink  (HOLANDA)
INTERVIEW, de Steve Buscemi (EUA, HOLANDA)
INVISIBLES, de I.Coixet. W.Wenders, F.León de Aranoa, M.Barroso, J.Corcuera (ESPANHA)
IRINA PALM, de Sam Garbarski (BÉLGICA, INGLATERRA)
IRONEATERS (EISENFRESSER), de Shaheen Dill-Riaz (ALEMANHA)
KEEPERS OF EDEN, de Yoram Porath (EQUADOR)
KICKS, de Albert ter Heerdt (HOLANDA)
LADY CHATTERLEY, de Pascale Ferran (BÉLGICA, FRANÇA, REINO UNIDO)

LOST IN BEIJING (PING GUO), de Li Yu (CHINA, foto)
LOVE SONGS (LES CHANSONS D´AMOUR), de Christophe Honoré (FRANÇA)
MEDO DA VERDADE (GONE BABY GONE), de Ben Affleck (EUA)
MEMORY OF SEPTEMBER, de Hiroshi Toda (JAPÃO)
MID-AFTERNOON BARKS (XIA WU GOU JIAO), de Zhang Yuedong (CHINA)
NACIDO Y CRIADO, de Pablo Trapero (ARGENTINA)
NADINE, de Erik de Bruyn (HOLANDA, BÉLGICA)
NANKING, de Bill Guttentag, Dan Sturman (EUA)
NO COUNTRY FOR OLD MEN, de Ethan e Joel Coen (EUA)
NOSSO TEMPO (KAAL), de Bappaditya Bandopadhyay (ÍNDIA)
O ASSASSINATO DE JESSE JAMES PELO COVARDE ROBERT FORD, de Andrew Dominik (EUA, CANADÁ)
O CLUBE DE LEITURA DE JANE AUSTEN, de Robin Swicord (EUA)
O PREÇO DA CORAGEM (A MIGHTY HEART), de Michael Winterbottom (EUA)
ONE OF OUR OWN, de Abe Levy (EUA)
OS CORPOS MORTOS DOS VIVOS (DIE TOTEN KÖRPER DER LEBENDEN), de Peter Kern (ÁUSTRIA)
PARANOID PARK, de Gus Van Sant (FRANÇA, EUA)
PINTORA AOS 4 ANOS (MY KID COULD PAINT THAT), de Amir Bar-Lev (EUA)
POTOSI, THE JOURNEY (POTOSI, LE TEMPS DU VOYAGE), de Ron Havilio (FRANÇA, ISRAEL)
ROLLING STONES, SYMPATHY FOR THE DEVIL, de Jean-Luc Godard (INGLATERRA)
SCREAMERS, de Carla Garapedian (REINO UNIDO, EUA)
SHADOWS (SENKI), de Milcho Manchevski (MACEDÔNIA)
SHELTER (RIPARO), de Marco Simon Puccioni (ITÁLIA, FRANÇA)
SKY IN DECEMBER (JUNI GATSU NO SORA), de Hiroshi Toda (JAPÃO)
SONHANDO ACORDADO (LA SCIENCE DES RÊVES), de Michel Gondry (FRANÇA, ITÁLIA)
SOUNDS OF SAND (SI LE VENT SOULÈVE LES SABLES), de Marion Hänsel (BÉLGICA, FRANÇA)
SURVIVING MY MOTHER, de Émile Gaudreault (CANADÁ)
TERANGA BLUES, de Moussa Sene Absa (SENEGAL, FRANÇA)
THE ELEVENTH HOUR, de Nadia Conners, Leila Conners Petersen (EUA)
THE GIRLS FROM BRAZIL (HAYLADOT MBRAZIL), de Nili Tal (ISRAEL, BRASIL)
THE HALFMOON FILES, de Philip Scheffner (ALEMANHA)
THE ISLAND (OSTROV), de Pavel Lounguine (RÚSSIA)
THE LEGACY (L'HERITAGE), de Gela Babluani, Temur Babluani (GEÓRGIA, FRANÇA)
THE LIGHTHOUSE (MAYAK), de Maria Saakyan (ARMÊNIA, RÚSSIA)
THE MAN FROM LONDON (A LONDONI FÉRFI), de Béla Tarr (HUNGRIA, FRANÇA, ALEMANHA)
THE OPTIMISTS (OPTIMISTI), de Goran Paskaljevic (SÉRVIA)
THE REAL STATE (EL ESTADO DE LAS COSAS), de Marcos Loayza (BOLÍVIA)
THE REST IS SILENCE (RESTUL E TACERE), de Nae Caranfil (ROMÊNIA)
THE SHADOW WITHIN, de Silvana Zancolo (ITÁLIA)
THE TRACEY FRAGMENTS, de Bruce McDonald (CANADÁ)
THE TRAP (KLOPKA), de Srdan Golubovic (SÉRVIA, ALEMANHA, HUNGRIA)
THE VISION (DRISHTANTHAM), de M.P.Sukumaran Nair (ÍNDIA)
THE WALTZ (VALZER), de Salvatore Maira (ITÁLIA)
THE WITNESSES (LES TÉMOINS), de André Téchiné (FRANÇA)
THE YELLOW HOUSE (LA MAISON JAUNE), de Amor Hakkar (FRANÇA, ARGÉLIA)
UM JOGO DE VIDA OU MORTE (SLEUTH), de Kenneth Branagh (EUA)
VALENTE (THE BRAVE ONE), de Neil Jordan (EUA, AUSTRÁLIA)
VOGELFREI, de Janis Kalejs, Gatis Smits, Janis Putnins, Anna Viduleja (LETÔNIA)
WAITER (OBER), de Alex van Warmerdam (HOLANDA)
WINDS FROM ZERO, de Toshi Shoya (JAPÃO)
YOU THE LIVING (DU LEVANDE), de Roy Andersson (SUÉCIA)
YOUNG YAKUZA, de Jean-Pierre Limosin (FRANÇA)
ZOO, de Robinson Devor (EUA)

 

Escrito por Marcelo Carrard às 11h58
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